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Por que ter uma universidade corporativa é bom para as empresas
PUBLICADO EM: quinta-feira, 21 de junho de 2018
RECURSOS HUMANOS

POR QUE TER UMA UNIVERSIDADE CORPORATIVA É BOM PARA AS EMPRESAS

Em 1956, surgia em Ossining, em Nova York, nos Estados Unidos, a GE Crotonville. Esta foi a primeira universidade corporativa criada no mundo. Atualmente, os cursos de desenvolvimento de lideranças da GE Crotonville são oferecidos em 50 países, incluindo o Brasil. O conceito que nasceu com a GE inspirou a criação de muitas outras universidades corporativas ao redor do mundo. No Brasil, elas começaram a ser implantadas nos anos 90 e já somam mais de duas mil.

A ideia da universidade corporativa surgiu com o intuito de ensinar e desenvolver formas de gestão que não estavam disponíveis no mercado. Até hoje, não há nas universidades tradicionais cursos que são cruciais para os negócios como, por exemplo, o de liderança. A universidade corporativa foi, então, uma forma que as empresas encontraram para se apropriar de um conhecimento intrínseco, fundamental para que cheguem ao patamar desejado. 

A universidade corporativa pode ser entendida como um sistema de educação que visa apoiar e alavancar a estratégia da empresa. É por meio dela que se pode desenvolver as competências empresariais necessárias para garantir resultados diferenciados no presente e avanços no futuro. Por essa abordagem, a estratégia empresarial passa a ser compreendida como um processo de aprendizagem coletiva que alinha e prepara as pessoas para a excelência da organização, diferenciando-a e gerando vantagem competitiva em relação aos concorrentes.

A implantação de uma universidade corporativa

Para que a implantação de fato seja bem-sucedida, é importante comprometer o presidente e os diretores da organização. De preferência, a criação da universidade corporativa deve ser colocada como meta da alta administração, trazendo um plano completo com objetivos, visão, missão e princípios de como irá funcionar, além de uma estrutura de governança que a sustente.

A missão deve dizer exatamente qual o norte como, por exemplo, “ajudar a empresa a atingir metas”. É importante adotar uma frase simples, mas clara, forte e muito específica, remetendo o conceito da universidade corporativa ao propósito de que tudo será realizado com o objetivo de melhorar os resultados. Os princípios devem contemplar o papel de cada parte do sistema, quem ensina, onde e de que forma. Já a governança precisa privilegiar “patrocinadores” que de fato acreditem que aquele conhecimento fará a diferença.

Cada universidade corporativa tem suas próprias peculiaridades, mas elas tendem a se organizar em torno de princípios semelhantes: 

  • consideram o capital intelectual como um fator de diferenciação das empresas;
  • buscam criar uma cultura de resultados embasados em premissas únicas daquela organização;
  • tem como objetivo fornecer conhecimentos relevantes em um nível geral ou específico, de forma que cada área seja a melhor no seu segmento;
  • visam ajudar a resolver problemas;
  • estimulam inovações;
  • reter talentos é um dos seus objetivos.

As vantagens para as organizações que desenvolvem suas universidades corporativas são muitas: fazem bem para imagem, auxiliam no fortalecimento do conceito da marca, trazem melhorias para produtividade, podem resultar em excelência em serviços, produtos modernos e inovadores, além de solidez financeira.

 

Meg Chiaramelli, head das Escolas de RH, Marketing e Vendas e do Núcleo de Coaching da Integração Escola de Negócios.

 

A Integração Escola de Negócios pode ajudar sua empresa a desenvolver a universidade corporativa. Este ano, participou, por exemplo, da implantação do Programa Formação de Liderança Estratégica da Universidade Corporativa Cesari (veja detalhes aqui http://bit.ly/2kkqwF3) Quer saber mais? Entre em contato pelo telefone (11) 3046-7878 ou e-mail atendimento@integracao.com.br

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