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Aqui todos são vencedores.
PUBLICADO EM: quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
COMUNICAÇÃO

AQUI TODOS SÃO VENCEDORES.

Esqueça os joguinhos do Facebook. Nosso tema desta semana não envolve sorte, e sim novas maneiras de aprendizagem. São os chamados jogos de empresas. Os quais, além de motivar os profissionais, ajudam a desenvolver competências, tomar decisões e conhecer melhor todas as áreas da organização. Para falar mais sobre o assunto, convidamos o professor Fabio Eltz, da Integração Escola de Negócios.
 
" A adrenalina é um hormônio. Sua presença no organismo se dá através de um sinal liberado em resposta ao estresse físico ou mental e às situações de forte caráter emocional. Pensando nisso, me pergunto: será que os profissionais do mundo corporativo não estão precisando de mais adrenalina? Estou falando do lado positivo do hormônio, certo? Pois pressão e frustração já fazem parte da rotina de qualquer profissional. Mas como gerar adrenalina suficiente para mobilizar as pessoas, proporcionando emoção e engajamento para que apliquem todo o seu potencial? E como fazer isso dentro do ambiente de trabalho?
 
Muito simples: por meio de jogos que mexam com a mente criadora de todos nós.
Inicialmente utilizados em universidades americanas na década de 50, os jogos empresariais são uma excelente alternativa para tirar os profissionais da zona de conforto."
 
E Fábio explica melhor: " Os jogos de empresas combinam satisfação com aprendizagem. Satisfação no sentido de gerar emoção, de proporcionar o exercício do potencial e da interação. E a aprendizagem, como é feita? Em um ambiente simulado, parecido ou equivalente ao que as pessoas atuam efetivamente. A melhor parte: os jogos, por mais complexos que sejam, são sempre mais simples que o mundo corporativo real. O participante se sente envolvido num cenário de ideias, sentimentos, interação social, riscos e experimentação de seu potencial.
 
É óbvio dizer que aprendizagem é uma mudança de comportamento que somente acontece em quem captou os ensinamentos, ou seja, no aprendiz. É ele quem precisa passar por determinada situação para aprender. No caso de um jogo, ele vive esta situação simulada e descobre que tem potencial para muito mais. Isso acontece muito nos jogos de empresa: as pessoas mostram talentos incríveis que estavam adormecidos na rotina de trabalho. E que depois vão ser utilizados na realidade da sua carreira."
 
Então a pergunta que fazemos para o professor é: que jogos são esses? Ele enumera alguns tipos:
• Jogos de Comportamento: têm ênfase nas habilidades comportamentais,  compondo os programas de desenvolvimento pessoal. Neles, o facilitador enfatiza questões como: cooperação, relacionamento inter e intragrupal, flexibilidade, cortesia, afetividade, confiança e autoconfiança, entre outras.
Jogos de Processo: têm ênfase nas habilidades técnicas. São preparados de tal forma que, para atingir seus objetivos, as equipes passam por processos simulados, como por exemplo: negociar, liderar grupos, montar estratégias e administrar finanças.
Jogos de Mercado: têm as mesmas características dos jogos de processo, mas são direcionados para atividades que reproduzem situações de mercado: concorrências, pesquisas, relação empresa-fornecedores, terceirização, entre outras.
Jogos Sistêmicos: abordam a empresa como um todo, incluindo decisões nas principais áreas organizacionais, e requerem integração dessas funções com o acompanhamento do ambiente econômico e da flutuação da taxa de juros.
• Jogos Funcionais: têm foco nas grandes áreas funcionais da empresa: marketing, finanças, produção, operações, recursos humanos ou contabilidade. Mesmo havendo decisões vindas de áreas de interesse secundário, a aprendizagem se concentra na área escolhida.
 
Para finalizar, Fábio fala como aproveitar melhor os jogos de empresas: " Vivenciar um jogo naturalmente estimula o aumento da performance profissional, uma vez que todos tentam fazer o seu melhor. Ao descobrir o seu potencial, você passa a repetir esse comportamento no ambiente real da empresa. É esse o grande diferencial de uma organizacão ao envolver as pessoas em seus objetivos. Os jogos provam que o colaborador é capaz de obter mais resultados, trabalhar em equipe e superar seus limites."
 
E deixa uma última consideração: " No ensino tradicional, o educador desempenha o papel principal. Nos jogos, este papel desloca-se para o educando, que atua como o centro do processo de aprendizagem competitiva e cooperativa. O ambiente desafia e combina momentos de disputa e de união. Em geral as melhores soluções são encontradas por grupos em que a divergência de pensamento é aceita como fator de crescimento."
 
Fabio Eltz, professor da Integração Escola Negócios, onde ministra o curso de Comunicação, Relacionamento Interpessoal E Feedback. Clique aqui e conheça o programa do curso. 

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